Programas de voluntariado internacional

Dr. Aris Apostolopoulos, da Grécia.

Eu tive a chance de planejar e iniciar um programa médico na Comunidade dos Prazeres.I had the chance to plan and start a health program in the Prazeres community. Leia mais...

Davide Tassi, da Itália

Eu tive uma grande experiência humana, convivendo e trabalhando com ambos os monitores e as crianças. Leia mais...

Sylke Abdinghoff, da Alemanha.

Eu estava tão impressionada com o entusiasmo, amor, amizade e energia que possui no trabalho do Nós do Cinema que eu posso certamente dizer que foi mais do que eu Leia mais...

Vanessa Carvalho, de Portugal.

Eu tive uma grande oportunidade. Eu ensinei, mas também aprendi com a experiência que eu tive com as pessoas, especialmente crianças que precisam de nossa ajuda. Agora eu tenho mais Leia mais...

Camilla Johansen, da Noruega.

Esta é uma grande oportunidade de se fazer alguma coisa importante e ao mesmo tempo poder experimentar o Rio e o Brasil de uma forma diferente Leia mais...

Jonathan Curiel, da França

Ter a oportunidade de trabalhar em uma favela foi uma experiência inacreditável de uma perspectiva cultural, sociológica e humana. Leia mais...

Rosemary Ennis, da Irlanda do Norte

Rosemary Ennis, da Irlanda do Norte, pintou grandes murais junto com algumas das crianças atendidas pela organização Leia mais...

Barbara Schick, da Áustria.

Minha experiência superou todas as minhas expectativas. Foi uma experiência maravilhosa, em uma cidade maravilhosa e com grandes pessoas ao redor. Leia mais...

Jin Voeks, dos Estados Unidos.

Achei incrivelmente interessante conhecer uma maneira totalmente diferente de viver. A maior parte das crianças do NDC moram nas favelas. Leia mais...

Jayna Halai, da Inglaterra.

Os alunos desejavam muito aprender, então eu manejei para fazer o máximo do meu tempo aqui enquanto eles aprenderam muito em tão pouco tempo. Leia mais...

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Jonathan Curiel, da França PDF Imprimir E-mail

Ter a oportunidade de trabalhar em uma favela foi uma experiência inacreditável de uma perspectiva cultural, sociológica e humana.
Jonathan Curiel, da França

Perspectiva cultural: 
A vida em uma favela é um tipo de micro-sociedade, com suas próprias regras e hábitos. Trabalhar neste ambiente possibilita que você aprenda muitas coisas.

Perspectiva sociológica:
É interessante como a comunidade é diferente. Todas as pessoas se conhecem e geralmente são muito próximas.

Perspectiva humana:
Eu penso que este é o lado mais importante. Seja o que você fizer em uma favela ou em uma ONG, o mais importante é o relacionamento com as pessoas. Mostrar para elas que você está lá por elas, que você se importa.

Jonathan ensinou Inglês para adultos e entreteu crianças da SAMP (Sociedade dos Amigos do Morro dos Prazeres), desenvolvendo atividades artísticas e educacionais.